sábado, 24 de outubro de 2015

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Cemitério da Santa Casa de Misericórdia




Fonte: cemiteriosantacasa.com.br



O Cemitério da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, inaugurado em 1850 e o mais antigo em atividade no Sul do Brasil, conserva em seus 10,4 hectares muito da história da Capital gaúcha e do próprio Rio Grande do Sul. Atrás de seus muros, mais de um século e meio de história está representada, através da arte esculpida em mármore, bronze, ferro e pedra, nas sepulturas e mausoléus ali reunidos. Atravessar os portões que guardam esse patrimônio da cidade e caminhar por suas alamedas é iniciar uma viagem ao passado.












Túmulo: monumento fúnebre erguido em memória de alguém no lugar onde se acha sepultado.

Sepultura, Campa, Carneiro, Catacumba, Cova, Jazigo, Sepulcro, Tumba, Túmulo: local onde se sepultam os cadáveres.
Catacumbas: galerias subterrâneas em cujas paredes se faziam tumbas.
Tumba: pedra sepulcral, caixão ou esquife.
Jazigo: pequena edificação nos cemitérios, destinada ao sepultamento de várias pessoas ou da família.
Mausoléu: em alusão ao túmulo que Artemisa, viúva de Mausolo, rei da Cária, antiga cidade da Ásia Menor, mandou erguer ao marido. Sepulcro de Mausolo (rei da Cária – século IV a.C. em Halicarnasso, tido como uma das sete maravilhas do mundo antigo). Sepulcro suntuoso.
Nicho: Cavidade ou vão na parede ou muro para colocar estátua, imagem ou qualquer objeto ornamental.
Campo Santo: Centenas de cruzes fincadas sobre sepulturas rasas.
Capela: Pequena igreja de um só altar.


Necrópole: como eram chamadas as partes das cidades antigas destinadas para o sepultamento dos mortos. Sinônimo de cemitério.