segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Still

Estas são algumas das deliciosas geleias da  Alievito Padaria e Confeitaria Artesanal


Alecrim + Chá Verde


Bergamota


Kiwi


Banana + Rum


sábado, 24 de outubro de 2015

Pet




 


Cemitério da Santa Casa de Misericórdia




Fonte: cemiteriosantacasa.com.br



O Cemitério da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, inaugurado em 1850 e o mais antigo em atividade no Sul do Brasil, conserva em seus 10,4 hectares muito da história da Capital gaúcha e do próprio Rio Grande do Sul. Atrás de seus muros, mais de um século e meio de história está representada, através da arte esculpida em mármore, bronze, ferro e pedra, nas sepulturas e mausoléus ali reunidos. Atravessar os portões que guardam esse patrimônio da cidade e caminhar por suas alamedas é iniciar uma viagem ao passado.












Túmulo: monumento fúnebre erguido em memória de alguém no lugar onde se acha sepultado.

Sepultura, Campa, Carneiro, Catacumba, Cova, Jazigo, Sepulcro, Tumba, Túmulo: local onde se sepultam os cadáveres.
Catacumbas: galerias subterrâneas em cujas paredes se faziam tumbas.
Tumba: pedra sepulcral, caixão ou esquife.
Jazigo: pequena edificação nos cemitérios, destinada ao sepultamento de várias pessoas ou da família.
Mausoléu: em alusão ao túmulo que Artemisa, viúva de Mausolo, rei da Cária, antiga cidade da Ásia Menor, mandou erguer ao marido. Sepulcro de Mausolo (rei da Cária – século IV a.C. em Halicarnasso, tido como uma das sete maravilhas do mundo antigo). Sepulcro suntuoso.
Nicho: Cavidade ou vão na parede ou muro para colocar estátua, imagem ou qualquer objeto ornamental.
Campo Santo: Centenas de cruzes fincadas sobre sepulturas rasas.
Capela: Pequena igreja de um só altar.


Necrópole: como eram chamadas as partes das cidades antigas destinadas para o sepultamento dos mortos. Sinônimo de cemitério. 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

A ORIGEM DO CHÁ...

 O Oriente sempre foi próspero em especiarias.  Acredita-se que as folhas dos chás inicialmente vinham da China.  A própria história chinesa comprova isso. Existe até uma lenda envolvendo o Imperador Shen Nung (aprox. 2800 a.C.), que ferveu água quente para beber ou destilá-la (com o intuito de evitar doenças) sob uma árvore e não percebeu que folhas caiam dentro do recipiente com água.  Ao perceber o aroma e a mudança de cor no líquido, resolveu por bem tomá-lo.  Uma explicação simplificada e plausível para aproximadamente 5.000 anos atrás. Nada comprova esta lenda. 
Uma coisa é certa: o que conhecemos hoje como sendo “chá”, passou por séculos de buscas e tentativas.  Neste caminho, muita gente deve ter morrido envenenada tentando encontrar algo de sabor inovador com as folhas.



O Japão vem logo em seguida como sendo o principal responsável pela apreciação e divulgação do chá através dos séculos e com sua tradicional cerimônia. 
 Holandeses e portugueses levaram o chá para a Europa por volta do século XVI.
É comum vermos em filmes onde existem ingleses a tradicional pausa para o chá das cinco.  Se pudessem, eles parariam o país para este momento.  O chá passou a fazer parte da vida cotidiana inglesa a partir do Século XIX, portanto não faz tanto tempo assim.




No Japão, o chá passou a fazer parte dos rituais religiosos (Zen Budista) e também basicamente faz parte da cultura através da cerimônia do chá.
As famílias chinesas ainda hoje tomam tradicionalmente o chá após o jantar.  Os russos o fazem da mesma forma, após a ceia.  Diz-se na Ásia que

"o chá é uma bala mágica que mantém unida a família"

Os chás já foram considerados originalmente como uma medicina por estudantes chineses.





domingo, 5 de abril de 2015

Espelhos para o céu do Rio Grande!!!


Parque do Caracol - Canela/RS


A região do Parque Estadual do Caracol, foi habitada, até meados do século passado, por índios caigangues que viviam nas florestas de araucárias. Eram catadores de frutos e sementes e, eventualmente, caçadores. Por volta de 1863, chegou a região o primeiro colonizador europeu, juntamente com sua família. Viveram como agricultores e pecuaristas e foram, durante muitos anos, os únicos moradores do local. A partir de 1900 começaram a surgir novos colonos, madereiros e os primeiros hotéis e casas de veraneio, muito antes de existir a cidade de Canela.
As pessoas eram atraídas pelo clima ameno, a floresta a preza do ar e das águas.





                                        








sexta-feira, 13 de março de 2015

Templo Budista em Três Corôas RS - Brasil










   “(…) A função do amor e da compaixão — Gostaria de explicar qual é a importância do amor e da compaixão. É importante saber o que é compaixão, algumas vezes pensamos que é pena, mas isso não é compaixão. Compaixão é o senso de preocupação, mas mais do que isso, é a noção clara de que todos os seres têm exatamente o mesmo direito à felicidade. Essa compreensão é que nos traz a compaixão.
Também um outro aspecto que costuma ser confundido com compaixão é a sensação de proximidade, de ligação que temos com amigos e parentes. Mas isso não é compaixão verdadeira, porque esse sentimento está ligado ao apego.
Muitas vezes, nosso senso de preocupação com o outro depende da atitude que ele adota. Se a pessoa age de forma negativa, nosso senso de compaixão desaparece. Mas um senso de compaixão verdadeiro é o que nos leva a ver o outro como tendo exatamente o mesmo direito que eu à felicidade. A compaixão que se assenta no apego não se sustenta. A que se baseia na compreensão da igualdade de todos os seres é desprovida de apego, e é verdadeira.
Qual é o benefício da compaixão? Ela nos traz força interior. Geralmente, temos um senso de “eu, eu, eu”. E nossa mente centra tudo em nós mesmos. Então, todas as experiências negativas, mesmo pequenas, se tornam muito dolorosas, enormes. Mas quando pensamos nos outros, nossa mente se amplia, e os nossos pequenos problemas se tornam realmente pequenos, e as coisas negativas não prejudicam nossa mente.
Alguns, quando experimentam tragédias que são involuntárias, se sentem enterrados em uma montanha de sofrimento. Mas, por outro lado, quando se pensa voluntariamente nos problemas dos outros, se procura alivia-los de seus sofrimentos, essa atitude voluntária traz uma abertura para o ser. Dessa maneira, mesmo em meio a problemas pessoais, isso traz uma base de clareza, e a pessoa será capaz de se sustentar.
Compaixão e bem-estar — Quando se pensa em compaixão por outras pessoas, alguns perguntam se isso não seria sinônimo de auto-sacrifício. Não, não é. Porque não se deve ser negligente em relação a si mesmo. E, baseado na minha própria experiência, acredito que se deve ser compassivo em benefício próprio.”
      Sua Santidade o XIV Dalai Lama, Tenzin Gyatso