terça-feira, 9 de agosto de 2016

Fotografia imobiliária

Um tipo de fotografia que esbarrou no meu caminho foi de fotos de interiores. Um trabalho aqui, um favor acolá...quando tu vê, está tentando entender tudo sobre esse tipo de fotos...

Na necessidade de captar um espaço inteiro, ainda mais quando ele é mais apertado, só uma lente grande-angular salva. Até mesmo quando você tem espaço para dar uns passinhos para trás a grande-angular dá a sensação de estar ali no meio do lugar fotografado, pois simula levemente a nossa visão periférica. Nas fotografias que seguem, utilizei a lente 10-20mm.




Caso não consiga interferir no espaço lembre-se de ir de um lado para o outro procurando os ângulos que são mais interessantes e com menos interrupções.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Still

Estas são algumas das deliciosas geleias da  Alievito Padaria e Confeitaria Artesanal


Alecrim + Chá Verde


Bergamota


Kiwi


Banana + Rum


sábado, 24 de outubro de 2015

Pet




 


Cemitério da Santa Casa de Misericórdia




Fonte: cemiteriosantacasa.com.br



O Cemitério da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, inaugurado em 1850 e o mais antigo em atividade no Sul do Brasil, conserva em seus 10,4 hectares muito da história da Capital gaúcha e do próprio Rio Grande do Sul. Atrás de seus muros, mais de um século e meio de história está representada, através da arte esculpida em mármore, bronze, ferro e pedra, nas sepulturas e mausoléus ali reunidos. Atravessar os portões que guardam esse patrimônio da cidade e caminhar por suas alamedas é iniciar uma viagem ao passado.












Túmulo: monumento fúnebre erguido em memória de alguém no lugar onde se acha sepultado.

Sepultura, Campa, Carneiro, Catacumba, Cova, Jazigo, Sepulcro, Tumba, Túmulo: local onde se sepultam os cadáveres.
Catacumbas: galerias subterrâneas em cujas paredes se faziam tumbas.
Tumba: pedra sepulcral, caixão ou esquife.
Jazigo: pequena edificação nos cemitérios, destinada ao sepultamento de várias pessoas ou da família.
Mausoléu: em alusão ao túmulo que Artemisa, viúva de Mausolo, rei da Cária, antiga cidade da Ásia Menor, mandou erguer ao marido. Sepulcro de Mausolo (rei da Cária – século IV a.C. em Halicarnasso, tido como uma das sete maravilhas do mundo antigo). Sepulcro suntuoso.
Nicho: Cavidade ou vão na parede ou muro para colocar estátua, imagem ou qualquer objeto ornamental.
Campo Santo: Centenas de cruzes fincadas sobre sepulturas rasas.
Capela: Pequena igreja de um só altar.


Necrópole: como eram chamadas as partes das cidades antigas destinadas para o sepultamento dos mortos. Sinônimo de cemitério. 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

A ORIGEM DO CHÁ...

 O Oriente sempre foi próspero em especiarias.  Acredita-se que as folhas dos chás inicialmente vinham da China.  A própria história chinesa comprova isso. Existe até uma lenda envolvendo o Imperador Shen Nung (aprox. 2800 a.C.), que ferveu água quente para beber ou destilá-la (com o intuito de evitar doenças) sob uma árvore e não percebeu que folhas caiam dentro do recipiente com água.  Ao perceber o aroma e a mudança de cor no líquido, resolveu por bem tomá-lo.  Uma explicação simplificada e plausível para aproximadamente 5.000 anos atrás. Nada comprova esta lenda. 
Uma coisa é certa: o que conhecemos hoje como sendo “chá”, passou por séculos de buscas e tentativas.  Neste caminho, muita gente deve ter morrido envenenada tentando encontrar algo de sabor inovador com as folhas.



O Japão vem logo em seguida como sendo o principal responsável pela apreciação e divulgação do chá através dos séculos e com sua tradicional cerimônia. 
 Holandeses e portugueses levaram o chá para a Europa por volta do século XVI.
É comum vermos em filmes onde existem ingleses a tradicional pausa para o chá das cinco.  Se pudessem, eles parariam o país para este momento.  O chá passou a fazer parte da vida cotidiana inglesa a partir do Século XIX, portanto não faz tanto tempo assim.




No Japão, o chá passou a fazer parte dos rituais religiosos (Zen Budista) e também basicamente faz parte da cultura através da cerimônia do chá.
As famílias chinesas ainda hoje tomam tradicionalmente o chá após o jantar.  Os russos o fazem da mesma forma, após a ceia.  Diz-se na Ásia que

"o chá é uma bala mágica que mantém unida a família"

Os chás já foram considerados originalmente como uma medicina por estudantes chineses.